A gente sua a camisa, faz hora-extra, trabalha em 2 lugares e outras coisas para subir na carreira e dar o melhor para nossa família, mas as vezes se esquece de algo fundamental: nós mesmos. Por mais que nos sintamos fortes e tenhamos energias para trabalhar, ninguém é “super-homem” e nos esquecemos do “Equilíbrio P/CP”

O termo “Equilíbrio P/CP” foi criado por Stephen Covey, especialista em produtividade, autor de “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”. Trata-se de um princípio que busca a eficácia harmônica, respeitando o equilíbrio e as leis naturais. O princípio pode ser bem entendido recordando-se a fábula de Esopo sobre a galinha dos ovos de ouro.

A fábula conta a história de um pobre fazendeiro que um dia descobre no ninho de sua galinha preferida um reluzente ovo de ouro. O fazendeiro leva o ovo para ser avaliado e descobre que era de ouro maciço, para sua surpresa! E dia após dia a galinha colocava um ovo de ouro, de modo que Esopo estava tornando-se muito rico. Mas, junto com a fortuna veio a cobiça e impaciência. Incapaz de esperar por um ovo a cada dia, o fazendeiro decide matar a galinha e pegar todos os ovos de uma só vez. Mas, quando abre a ave, descobre que não havia nada dentro dela. O fazendeiro destruíra a galinha que os produzia.

Este é o princípio da Produção e Controle da Produção. Não devemos viver uma vida focada em produzir apenas, a qualquer custo, ou nos esqueceremos do Controle de Produção – a galinha da fábula – e poderemos perder a fonte dos nossos ovos de ouro.

Assim, adote hábitos saudáveis em sua rotina e procure ser eficaz de verdade. Controle o produto sem se esquecer da sua capacidade de produzir. Eis algumas dicas para tornar este princípio realidade:

  • Pratique esportes regularmente;
  • Alimente-se bem! Coloque saladas e legumes em suas refeições e procure comer frutas no café da manhã e nos intervalos entre as refeições.
  • Prefira os alimentos orgânicos. Eles são mais ricos em nutrientes e combatem os radicais livres, que causam diversas doenças de envelhecimento;
  • Cuide do seu lado espiritual: busque fazer alguma meditação, oração, acredite que há algo maior que você neste mundo e que você não é só esta parte que consegue enxergar
  • Ame mais! Cuide dos seus relacionamentos
  • Tenha tempo para seus amigos. Eles são importantes na sua jornada e difíceis de encontrar.

Então, pessoal, não se esqueçam: é importante produzir, mas não se esqueçam de cuidar da única coisa que produz os seus resultados: você mesmo!

Características do Comportamento Empreendedor

Muitas pessoas pensam que o empreendedorismo é um dom – ou se nasce com ele ou não. Eu não acredito nisso. Acredito, sim, que há aqueles que se interessam mais pelo assunto e pelo estilo de vida de um empreendedor e, por isso, possuem esse tipo de comportamento desde muito cedo, enquanto outros interessam-se mais por outros caminhos na vida. Porém, uma vez que a pessoa decida por empreender algo, seja um projeto pessoal ou profissional, tem todas as condições de fazê-lo, mesmo que nunca tenha feito isso antes, ou seja, mesmo que julgue que “não possua o dom”.

Empreendedorismo se ensina e um dos maiores programas educacionais na área no Brasil é o EMPRETEC, organizado e executado pelo Sistema SEBRAE, em parceria com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. É um programa para empresários e futuros empreendedores, que têm por objetivo identificar e aumentar o potencial empresarial. Ainda não fiz o Empretec, mas tive uma pincelada dele durante meu treinamento “Súper Líder”, onde aprendi as Características do Comportamento Empreendedor, ensinado no programa do Sebrae/ONU.

Listo abaixo estas 10 características do comportamento empreendedor. Se você quer desenvolver um projeto, uma empreitada pessoal ou profissional, mas está empacado por seus medos ou por achar que não tem o “dom” empreendedor, leia os itens abaixo com atenção, sabendo que, se você seguí-los à risca, não há chance alguma de fracassar!

1. Busca de Oportunidades e Iniciativa

  • Faz as coisas antes de ser solicitado ou antes de forçado pelas circunstâncias;
  • Age para expandir seus negócios a outras áreas, produtos ou serviços;
  • Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, local de trabalho ou assistência.

2. Persistência

  • Age diante de um obstáculo significativo;
  • Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de superar um obstáculo ou enfrentar um desafio;
  • Faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma tarefa difícil ou cumprir prazos previamente combinados.

3. Comprometimento

  • Atribui a si mesmo e a seus comportamentos as causas de seus sucessos e fracassos e assume a responsabilidade pessoal pelos resultados obtidos;
  • Colabora com os empregados ou se coloca no lugar deles, se necessário, para terminar um trabalho;
  • Esmera-se para manter os clientes satisfeitos e coloca a boa vontade a longo prazo acima dos lucros a curto prazo.

4. Correr riscos calculados

  • Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente;
  • Age para reduzir os riscos ou controlar resultados;
  • Coloca-se em situações que impliquem desafios ou riscos moderados.

5. Exigência de qualidade e eficiência

  • Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido e mais barato;
  • Age de maneira a fazer as coisas que satisfaçam ou excedam a padrões de excelência;
  • Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo ou que atenda a padrões de qualidade previamente combinados.

6. Busca de informações

  • Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores e concorrentes;
  • Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço;
  • Consulta especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.

7. Estabelecimento de metas

  • Estabelece metas e objetivos que são desafiantes e que têm um significado pessoal;
  • Tem visão de longo prazo, clara e específica;
  • Estabelece objetivos de curto prazo mensuráveis.

8. Planejamento e monitoramento sistemático

  • Planeja dividindo tarefas de grande porte em sub-tarefas com prazos definidos;
  • Constantemente revisa seus planos, levando em conta os resultados obtidos e mudanças circunstanciais;
  • Mantém registros financeiros e utiliza-os para tomar decisões.

9. Independência e autoconfiança

  • Busca autonomia em relação a normas e controle de outros;
  • Mantém seu ponto de vista mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores;
  • Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou enfrentar um desafio.

10. Persuasão e rede de contatos

  • Utiliza estratégias para influenciar ou persuadir os outros;
  • Utiliza pessoas-chave como agentes para atingir seus próprios objetivos;
  • Age para desenvolver e manter relações comerciais.

É isso! Parece simples? Desafiador? Se você nunca empreendeu ou julga que não nasceu para isso, mas almeja um grande objetivo, quer dar um salto maior na sua vida, o primeiro passo é o aprendizado. Aprenda que tudo é possível e que existe um conjunto de comportamentos, ou seja, AÇÕES, que o levarão até o sucesso. É claro que para dominar todos estes comportamentos é necessário esforço, mas o primeiro passo é o aprendizado, que é o que estou compartilhando com vocês. Apenas um alerta: há um lado obscuro para cada um destes objetivos, que pode aparecer quando alguma destas características é levada ao extremo. Domine-as, mas não deixe que elas dominem você.

Então mãos à obra! Procurem decorar estes 10 itens! Escreva-os em um local de grande visiblidade para você, para que se lembre deles com frequência. Assim, naturalmente você vai incorporando-os e vivendo-os. E isso certamente o fará chegar onde quer!

Sucesso a todos!

Alguma vez você já teve alguma grande idéia, viu uma grande oportunidade à sua frente e começou a pesquisar sobre o negócio, seus problemas, como pode ser feito, qual a melhor estratégia… E quando você se dá conta, alguém fez antes de você exatamente o que você queria fazer?!

Um dos ensinamentos que mais me recordo da minha formação em PNL não veio das apostilas do INAp, mas de um amigo que conheci lá, André, empresário de e-commerce, que não pára de crescer com sua empresa, a BioStore. O ensinamento? Simples: Preparar, fogo, apontar! Ele não se apropriou da autoria da frase, que foi retirada do livro “Os segredos da mente milionária”, de T.Harv Eker, o qual comprei depois e adorei. A frase é pequena e simples, porém muito forte! “Prepare-se o melhor que puder no menor tempo possível, aja e corrija-se no caminho”, explica Eker sobre este princípio.

Em seu livro, Eker diz ainda: ‘As pessoas de mentalidade pobre, por não confiarem em si mesmo e nas suas aptidões, acreditam que precisam saber de tudo de antemão, o que é praticamente impossível. Enquanto isso, não fazem nada. Os ricos, com sua atitude positiva de “preparar, fogo, apontar”, entram em ação e quase sempre vencem.

Quem pensa pequeno costuma dizer asi mesmo: “Não vou fazer nada até identificar todos os possíveis problemas e saber exatamente como lidar com eles.” Assim, nunca agem e conseqüentemente sempre perdem. Os ricos vêem uma oportunidade, mergulham nela e ficam ainda mais ricos. E aquelas outras pessoas? Ainda estão “se preparando”.’

E é verdade! Noto que muitas pessoas vivem presas em seus medos, seus receios por não terem toda a informação que julgam precisar, sua inexperiência no assunto e não agem! É loucura achar que tudo sairá como você planejou desde o início. A preparação básica continua sendo importante! Você não pode disparar uma arma sem antes colocar a munição dentro. Do mesmo modo, algum estudo preliminar sempre deve ser feito antes de você “colocar a sua cara a tapa”, do contrário, os primeiros movimentos podem ter resultados tão pífios que você poderá desanimar. Porém, não é lendo todos os livros sobre “como atirar” que você se tornará um atirador de elite! É necessário começar a fazer, sentir de perto o negócio que se pretende entrar. A partir daí você fará contatos chave para seu projeto, novas portas se abrirão para você e você ajustará seus passos para o sucesso tão desejado!

“A vida não é uma linha reta, mas uma estrada sinuosa. Em geral, só conseguimos ver a curva seguinte e, só depois de alcançá-la é que somos capazes de avistar mais”. Então, vamos pra frente, galera!

Sucesso a todos!

Existe um dilema antigo em nossa sociedade, onde as pessoas estão sempre buscando algo. O que é melhor: sacrificar-me um pouco agora para conseguir uma vida melhor no futuro, quando poderei relaxar e desfrutar dos frutos do meu trabalho, ou aproveitar a vida agora, enquanto ainda sou jovem e tenho saúde, mesmo que não tenha ainda a condição de vida que desejo?

Lembro-me de diversas vezes meus pais incentivando-me a estudar ou trabalhar, sobretudo nos momentos mais exigentes, através do argumento de que era um sacrifício necessário e temporário, que depois eu iria ser recompensado. Esse é um pensamento muito comum em estudantes que se preparam para o vestibular, concursos públicos ou outras provas difíceis. Também se observa muito em profissionais que querem a todo custo crescer na empresa, ganhar um salário melhor ou alavancar um negócio próprio. Nestes casos, não é raro deixar de lado o tempo com os amigos, com a família e até consigo mesmo, muitas vezes prejudicando a sua saúde.

Por outro lado, há aqueles que não esquentam com nada, que querem viver o hoje e acreditam que o amanhã se resolve sozinho. Algumas vezes, podem até se dar bem e serem muito felizes, mas é comum que a falta de planejamento ou, em alguns casos, pode-se dizer, irresponsabilidade, mantenha a pessoa longe dos seus desejos mais sinceros e duradouros.

Estou terminando de ler um livro muito interessante, “O Poder do Agora”, de Eckhart Tolle, que aborda este tema sob um ponto de vista filosófico e espiritual. De algumas passagens dele e de idéias que já tenho há algum tempo, vou tentar formular uma solução para esse dilema: tenha os seus objetivos definidos, planeje suas ações para alcançá-los, mas não viva o seu futuro, viva o Agora.

Um conceito exposto no citado livro é o de tempo do relógio e tempo psicológico. O tempo do relógio seria aquele que usamos nos aspectos práticos da vida, como marcar um compromisso ou planejar uma viagem. Inclui ainda estabelecer objetivos e trabalhar para alcançá-los, assim como olhar para trás e aprender com os erros do passado. Não há nada de errado com isso e é ao que devemos nos deter. Já o tempo psicológico é aquele com o qual a pessoa cria uma identificação com o passado ou uma projeção compulsiva e contínua no futuro. Ou seja: o presente perde a importância, o pensamento está todo no passado ou no futuro. O cuidado que temos que tomar é, então, de não nos deixar mergulhar no tempo psicológico, onde “a jornada deixa de ser uma aventura e passa a ser encarada como uma necessidade obsessiva de chegar,  de possuir, de conseguir”. Devemos, claro, saber bem aonde queremos chegar, mas respeitando e dando atenção total ao passo que estamos tomando neste momento.

Viver o agora, mas sabendo onde se que chegar. Esta é a chave! A pessoa que vive o agora, por mais que esteja em um período de pressão, ainda encontra alegria, naturalidade e leveza no que está fazendo. Quando se vive voltado ao futuro, assim como ao passado, a vida passa a ser percebida como um fardo, ou uma luta. Os momentos de lazer ou diversão são pouco ou nada aproveitados, uma vez que a cabeça da pessoa não está ali. Se você se sente um pouco assim, mas não vê como poderia agir diferente, preste atenção: você não precisa mudar “o que” está fazendo hoje, talvez baste mudar o “como”. Lembre-se que nem todos fazem o que você está fazendo da maneira como você o faz, nem encaram a coisa do mesmo jeito que você. Dê mais atenção ao fazer (que é agora) do que ao resultado desejado através do fazer (que é futuro). Eckhart Tolle diz “ao respeitarmos o momento presente, toda a luta e infelicidade se dissolvem e a vida começa a fluir com alegria e naturalidade. (…) Não há nada de errado em estabelecermos metas e nos empenharmos para conseguir bens. O erro reside em usar isso como o substituto para o sentimento da vida, para o Ser”.

Então, quando você tiver que fazer algo que não o agrada como parte de seu projeto pessoal, não reclame nem se lamente. Observe como a tarefa se encaixa perfeitamente no seu plano para alcançar algo e coloque o foco no Agora. Faça com entusiasmo, alegria e leveza! Obviamente, haverá momentos em que você terá um grande volume de trabalho, estudo ou algum tipo de pressão. Ainda assim, coloque-se presente, faça bem feito, e planeje-se para que não viva “apagando incêndios” e para conciliar bem as coisas. E nos seus momentos de lazer, em atividades esportivas, sociais ou espirituais, esteja 100% no Agora, esqueça o passado e futuro e desfrute completamente cada segundo que passa.

Por fim, gostaria de terminar este post com uma frase que li em um pequeno cartão das Edições Paulinas, quando era muito jovem, talvez uns 13 a 15 anos: “A pessoa feliz é aquela que saboreia plenamente o instante que detém nas mãos”. Guardei este cartão por muitos anos em minha gaveta da escrivaninha, sem nunca desconfiar que viria a interessar-me tanto por estes assuntos e tornar-me o “blogueiro do sucesso”.

Sucesso a todos!

Pessoal, espero que todos tenham tido um ótimo Reveillón, curtido bastante as festas e estejam cheios de energia para o ano que começa! Neste primeiro post de 2011, gostaria de compartilhar com vocês minha forma de encarar as metas de nossas vidas e porque aproveitar este momento para direcionar e ajustar o nosso caminho.

Não acho que devemos esperar o ano novo para irmos atrás do que queremos. O que tem que ser feito, deve ser feito já e não postergado até uma data especial. Quantas vezes dizemos: “No ano que vem vou começar a procurar um novo emprego”, “Depois do Carnaval vou começar uma dieta”, e por aí vai. No entanto, é verdade que o Ano Novo tem um sabor especial, uma sensação de renovação e traz uma energia diferente. Por isso, é um momento muito propício a fazermos uma revisão de nossas metas.

Análise das metas com a “validade expirada”

Se você já vinha cultivando o hábito de escrever suas metas, aproveite a virada do ano para rever as metas cujo tempo venceu ano passado. Você alcançou o que queria? Caso sim, reflita sobre o que você fez para ter tido êxito. Lembre-se de cada passo, cada ação que tomou. Perceba o poder que a sua força de vontade, auto controle e disciplina tiveram para as suas conquistas e veja como valeu à pena. Comemore!

Caso você não tenha alcançado, reflita sobre o que aconteceu no meio do caminho. Você planejou mal? Ocorreram incidentes não previstos? O tempo estipulado para a meta foi muito pequeno, irreal? Não dependia só de você (o que é um erro na especificação da meta)? Ou acabou percebendo que aquela meta não era tão importante assim para você (este caso exige muita atenção e cuidado futuro para que não ocorra mais).

Procure escrever ao final das metas do ano passado estas suas observações, tanto positivas quanto negativas.

Revisão das suas metas ainda “em validade”

Normalmente, especifico meus objetivos para um tempo em que acredito ser viável atingí-lo. analiso aquilo que é importante para mim de verdade e estabeleço a meta SMART, prestando muita atenção na Relevância e colocando um Tempo adequado para cada meta.

Metas muito ambiciosas podem ter um tempo de muitos anos e devem ser quebradas em sub-metas de prazo menor, para monitorar como estamos avançando para a conquista do tão sonhado objetivo. Seria mais ou menos assim:

Por exemplo: uma pessoa deseja comprar um apartamento de 3 quartos em Ipanema em 2014. Para isso, imagina que deva juntar, pelo menos, 700 mil reais até lá, para pagar a grande parte e financiar o resto. De 2011 até lá existe um caminho longo a ser trilhado, sujeito a mudanças e ajustes, mas certamente essa pessoa terá que se comprometer com metas intermediárias. Se sua renda atual não lhe permite juntar o que necessita, terá que buscar receitas complementares de alguma maneira. Se seus gastos estão muito altos e lhe soubra menos do que deveria, terá que economizar em algum lugar. A meta intermediária, que neste caso, pode ser anual, o ajudará a ter a visão necessária para agir agora em função da sua meta mais importante: o apartamento dos seus sonhos em 2014.

A virada do ano é um momento excelente para rever estas metas intermediárias dos nossos grandes objetivos. Assim como qualquer meta, ela deve ser escrita em seu caderno de metas, planilha, celular ou onde tenha mais contato e seja mais fácil de acompanhar.

Novas metas de curto prazo

Além das metas intermediárias, aproveite este momento de energias revigoradas para traçar novas metas de curto prazo, de um ano ou menos. Pense em várias áreas da sua vida: profissional, financeira, saúde, família, lazer ou outras que você valorize. Para cada área, trace uma ou mais metas. Novamente, escreva-as e detalhe-as obedecendo os critérios da meta SMART. Leia o que você escreveu e reflita se é isto mesmo. Tenha certeza que esta meta é importante para você e porquê.

Por fim, acredite! Este ano será muito bom!

O exercício prático descrito neste post é fundamental! Faça como eu: invista um tempo estudando as metas passadas e as futuras, de longo e curto prazo. Para as que envolve dinheiro, pegue uma calculadora, faça contas e veja o que terá que fazer, em quanto tempo. Para as muito complexas, analise os possíveis caminhos com cuidado. Se possível, discuta com outras pessoas. Trace um plano de ação (escreverei um post sobre como traçar um bom plano de ação futuramente).

Porém, além deste trabalho de reflexão e escrita, há uma outra coisa de fundamental importância: ACREDITE! Acreidte que este ano será maravilhoso! Se você sofreu no ano passado ou não conseguiu aquilo que você queria, vire a página! Acredite nas suas metas e acredite que você (gostaria de repetir, VOCÊ), pode fazer a diferença este ano! Não diminua as suas metas de longo prazo por pouco. Em vez disso, acredite que você é um vencedor e supere-se este ano! Lembre-se da Filosofia do Sucesso: “mais cedo ou mais tarde, quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente: EU CONSEGUIREI!”

Sucesso a todos e um Feliz 2011!

A energia positiva é algo muito contagiante e poderosa! Durante todo o meu ano de formação em PNL percebi isto na prática. A cada fim de semana que tinha curso, saía do INAp energizado, vibrante, contagiado por todas as pessoas positivas e entusiasmadas que conheci lá. A partir daí, comecei a prestar mais atenção na maneira como as pessoas lidam com suas tarefas do dia-a-dia e buscam os seus objetivos.

Recentemente, conversei com uma amiga minha que está se preparando para um concurso super concorrido: engenheiro do BNDES. Ela trabalha durante a semana toda em uma empresa, vai a cursos às noites, passa fins de semana inteiros estudando e ainda arruma um tempinho para algum esporte e lazer. Mas o que me chamou mais a atenção não foi a maneira como concilia tantos afazeres. Isto, ainda que seja uma grande qualidade, não é uma exclusividade dela. Agora, o seu entusiasmo é realmente impressionante! A garota fala de suas longas horas de estudo no fim de semana como quem conta como foi uma viagem de férias! Fala do seu curso noturno como quem conta como foi o barzinho com os amigos da noite anterior. Conta dos grupos de estudo que organiza com a mesma alegria e entusiasmo de quem organiza um churrasco ou uma festa! Eu, que me considero um cara entusiasmado, realmente fico impressionado com isso nela.

O entusiasmo é um dos aspectos mais importantes para conquistarmos nossos objetivos. Ele nos dá força para percorrermos a caminhada em direção aos nossos sonhos sem que ela se torne uma coisa penosa. Ele nos dá alegria e leveza hoje, nos mantém empenhados em conseguir o que queremos de verdade, por mais difícil que seja. O entusiasmo também aumenta o nosso foco. Quando vibramos por alguma coisa, naturalmente colocamos mais energia nela, direcionamos os nossos pensamentos para nosso objetivo e como podemos superar as dificuldades do percurso. Entusiasmo significa curtir a jornada, viver o Agora, em vez de ficar com a cabeça numa ilusão criada pela nossa mente chamada futuro (trataremos deste tema em detalhes em posts futuros).

Mas e quando o caminho para alcançar um objetivo é duro demais, como nos manter entusiasmados? Aqui vão algumas dicas. Primeiro, você deve ter especificado sua meta corretamente e está convicto que você quer isto  mesmo. Você tem motivos suficientementes fortes para desejar este objetivo. Agora, focalize o momento da chegada! Feche os olhos e imagine como será o dia em que você chegar lá. Veja o que você verá no dia, ouça o que você ouvirá e sinta no seu corpo o que você sentirá. Parece bom? OK, agora perceba que, a cada movimento que você faz na direção do seu objetivo, cada dia que você se dedica um pouco mais, você está se aproximando mais dele. É como a preparação para uma festa, onde você curte sair para comprar roupa, cortar o cabelo, se arruma, etc. Ou aquela viagem de férias, que você começa a organizar com muitos meses de antecedência, pesquisando cada detalhe, que lugares você conhecerá, onde se hospedará, como se transportará. Tenho certeza que o dia que você conseguir o seu grande sonho vai se sentir muito mais feliz do que indo para uma festa ou mesmo viajando para um lugar súper legal. Então, porquê não iria se entusiasmar e vibrar tanto ou mais com a preparação para conquistá-lo?

De agora em diante, preste atenção às suas atitudes e perceba o seu grau de entusiasmo. Não se permita nunca mais fazer as coisas para alcançar o seu sonho de mau humor, reclamando. Quando isto acontecer, pare tudo e fale para você mesmo, em voz alta, com ímpeto e alegria: “Fulano, tenha entusiasmo!” Vibre pelo que você faz e compartilhe esta vibração com os outros. Você verá que as pessoas perceberão isto em você, te darão força, acreditando que você é capaz de alcançar seu grande objetivo. E, com toda a certeza, você será retribuído com ainda mais doses de entusiasmo!

Sucesso a todos!

Não gosto de olhar para o trabalho como uma guerra. Acredito que se todo dia pensarmos que estamos indo para uma batalha nossos objetivos se tornam um fardo e nossas ações pouco agradáveis. No entanto, o paralelo de guerra com o mundo empresarial já é feito há muitos anos e, de vez em quando, um novo estudo é apresentado sobre o assunto.

A primeira vez que ouvi sobre um paralelo da guerra com o mercado foi em 2002, em meu primeiro estágio, quando fui apresentado ao célebre A Arte da Guerra, do general chinês Sun Tzu, que viveu entre 544 a 496 A.C. Fiquei realmente impressionado ao saber quantos estudos já se haviam feito em volta deste livro por economistas e administradores de diversos países. Interessado em negócios desde aquela época, comprei meu primeiro livro desta área – um manual de guerra :) . Recentemente, pesquisadores Harvard Business School, após acompanhar por seis anos forças americanas no Afeganistão, publicaram um estudo traçando paralelos entre as responsabilidades de um comandante de pelotão e o gestor de uma empresa. O foco do estudo foi analisar o processo de tomada de decisões em situações de extrema pressão. Algumas destas lições podem ser vistas no blog Papo de Empreendedor. A conquista da Vila Cruzeiro e do Complexo de Alemão desta semana me fizeram lembrar destes exemplos e a refletir: é possível aprender algo aqui para ser aplicado no mundo corporativo?

Apesar de não gostar de comparar trabalho a guerra, eu acredito que sim, é possível trazer algo dos acontecimentos recentes do Rio para nossas vidas e empresas. Alguns pontos interessantes de se observar e ver que, de fato, há algo em comum com o mundo profissional e empresarial:

1. Motivação: A ação executada nesta semana na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão foi a maior na história do Rio, com um empenho que poucos acreditavam que um dia seria visto. Tudo bem que é continuidade de uma poítica de ocupação de áreas dominadas pelo crime, mas houve um motivador maior desta vez: a onda de ataques terroristas e a provocação dos marginas às autoridades feriu os brios de muitos e exigiu uma resposta urgente. Com esta nova motivação, governos estadual e deferal se uniram, a população apoiou e o que, em teoria, já poderia ter sido feito há tempo, foi finalmente levado à sério. No mundo empresarial não é muito diferente. Muita gente tem idéias brilhantes e ousadas, muitas empresas sonham alto e rascunham planos ambiciosos, mas não os levam para frente. Eventualmente, uma mudança na conjuntura externa, como perda de market share ou uma crise financeira fazem com que as empresas saiam da inércia e, muitas vezes, realizem feitos extraordinários. As pessoas e empresas devem sempre reforças suas motivações e evitar que se chegue a uma situação de caos para fazer as coisas!

2. Planejamento: a ação nos morros do Rio foi muito bem planejada. Até o segundo ou terceiro dia de ataques, pouca coisa visível foi feito pelas autoridades, mas longas reuniões estavam acontecendo nos bastidores. Ao final, as decisões tomadas, entre elas o pedido de apoio à Marinha, foram muito acertadas. O planejamento é fundamental para que as empresas conquistem metas ambiciosas. Sair fazendo as coisas de qualquer jeito ou viver do método “tentativa e erro” pode resultar em muita dificuldade para se atingir o objetivo, desperdício de tempo e energia, ou mesmo ações desastrosas que podem por em risco a saúde da empresa.

3. Ação, ação e ação: uma vez planejada a ação, não protele mais: AJA! Assim foi feito, ainda que restassem dúvidas a respeito das possibilidades. A dúvida se já possuem toda a informação necessária para tomar a decisão correta paralizam muitas ações nos mundos pessoal e empresarial. A polícia e as forças armadas provavelmente não tinham certeza do que iriam encontrar quando chegassem no Areal, ponto central do Conjunto do Alemão, mas sabiam que aquela era uma das primeiras e mais importantes regiões a serem dominadas. De lá, teriam uma visão privilegiada das outras áreas. Você também não saberá de tudo desde o início mas, uma vez que comece, saberá como refinar o plano para conquistar seu objetivo.

4. Parcerias: talvez o maior trunfo das operações bem sucedidas no Rio foi a união entre polícias civil, militar, BOPE, federal, exército e marinha. Outro ponto fundamental foi o apoio da população, sobretudo dos moradores destas comunidades. As empresas também devem analisar o tamanho dos seus objetivos e fazer as parcerias certas para conquistá-los. O mundo hoje é altamente interligado e sem uma estratégia de parcerias adequada é muito mais difícil expandir um negócio.

5. Visão sistêmica: uma guerra urbana é diferente de uma guerra em trincheiras. A preocupação com a população tem que ser constante e as forças policiais não se descuidaram disso.  Este é um grande exemplo de visão de todo o sistema, mas não é o único. A instalação de forças policiais constantes nas áreas pacificadas para que o tráfico não volte a dominar as comunidades é uma medida que demonstra uma visão mais ampla do sistema. Outro exemplo: de acordo com o prefeito Eduardo Paes, serão levados em grande escala serviços públicos como limpeza, saúde e assistência social, às comunidades recém libertadas. As empresas também não pode querer maximizar seus lucros sem pensar na sustentabilidade dos recursos humanos e naturais que elas tanto precisam para exercer suas atividades. É importante verificar que partes sairão ganhando e perdendo ao se executar determinado plano e, além disso, como fazer para que os resultados de hoje benefeciem também as gerações que estão por vir.

E você, concorda com os paralelos traçados? Acrescentaria alguma outra lição aprendida com os resultados recentes no Rio de Janeiro? Talvez ainda seja cedo para avaliar resultados desta luta contra o crime no Rio e traçar paralelos, mas uma coisa é certa: independente de aprendizados ou não para nossas vidas profissionais, esperemos que as conquistas desta semana sejam apenas o início de uma longa política de paz e desenvolvimento social no Rio de Janeiro.

Esta semana, dois acontecimentos me levaram a refletir (novamente) sobre os motivos que nos levam a buscar as coisas na vida. Primeiro, a minha esposa se mostrou preocupada com a quantidade de coisas que tenho feito e, assim, com uma possível falta de tempo minha para a família no futuro. No dia seguinte, um de meus melhores amigos, que hoje mora muito distante de mim, me conta que a sua esposa está grávida. A alegria e vibração do casal ao telefone foi muito contagiante! Estes dois fatos me fizeram resgatar aquilo que é mais importante para mim, o que mais valorizo na vida e os motivos que me levam a fazer algumas coisas. É sobre motivos, então, que gostaria de falar um pouco hoje. Por que é importante termos bem claro nossas razões para fazermos as coisas?

Nossas razões – ou motivos – são a base de nossa motivação e entusiasmo para buscar nossos objetivos. Ou seja, quanto mais fortes forem as suas razões, mais motivação você terá para planejar e agir. Anthony Robbins, em seu livro “Poder Sem Limites”, diz que “se temos razões suficientes, podemos fazer qualquer coisa. Razões são as diferenças entre estar interessado versus estar empenhado em realizar alguma coisa”. Em outra passagem, diz “Porque fazer alguma coisa é muito mais importante do que como fazê-la. Se você tem um porquê bastante grande, sempre poderá resolver o como”.

Em segundo lugar – e este foi o insight que tive com os acontecimentos desta semana – nossas razões precisam estar bem claras em nossa mente e, de preferência, escritas, para não cairmos em uma armadilha. Algumas vezes podemos ligar o “piloto automático” e, ao final, o próprio motivo que nos levou a buscar alguma meta é incompatível com nossas ações ou mesmo já não se realizará com a meta alcançada. Por exemplo, um homem pode almejar uma promoção no emprego porque quer oferecer uma melhor qualidade de vida à sua família e, assim, mais felicidade a todos. É um motivo nobre e que, certamente, impulsionará as ações deste homem para conseguir o objetivo desejado. No entanto, se o caminho para alcançar este objetivo implicar em jornadas de trabalho cada vez mais pesadas e/ou longas e frequentes viagens, mesmo que a família tenha uma excelente condição de vida, poderá não ser feliz pela ausência do marido e pai. Assim, é importante não perder de vista aquilo que é mais importante para você e as razões pelas quais realiza as coisas em sua vida.

Pense bastante nos seus motivos, ou seja, naquilo que o motiva! Sempre coloque suas razões na sua especificação de metas, no item “Relevante”. Busque os seus estímulos e nunca se esqueça deles, pois, ao final, eles são o que você considera mais importante. Outra dica: não faça do dinheiro sua principal motivação ou mesmo sua meta direta. Você tem todo o direito de desejar ser rico, é uma meta honesta. Mas se entende bem porque quer isso, se tem claro em sua mente o que estar bem de vida significa para você e para outros, seguramente se motivará muito mais para chegar lá. Quando o nosso cérebro possui esta clareza de pensamento e vê imagens palpáveis e cheias de significado (mais do que, por exemplo, meros cifrões), ele nos impulsiona fortemente a agir na direção disto.

Fortaleça seus motivos e guie-se por eles. Tenha foco e não se desvirtue do que é mais importante para você!

Sucesso a todos!

Meu interesse pelo tema do sucesso e desenvolvimento pessoal vem desde muito jovem, influenciado pelo meu pai, que me incentivava a esforçar-me por fazer mais e semeeou minhas primeiras idéias empreendedoras. Mas o grande salto de interesse, conhecimento e motivação pelo tema ocorreu após eu ter estudado a fundo Programação Neurolinguística, ou, simplesmente, PNL.

Meu primeiro contato com a PNL foi em um curso de oratória que fiz em 1998, quando tinha 17 anos. Desde então, minha curiosidade me fez procurar mais sobre o assunto. Li alguns e-books, pesquisei muito na Internet, fui a algumas palestras, até que, em 2009, realizei um treinamento completo em PNL, no INAp, Rio de Janeiro. No início, ao mesmo tempo em que eu tinha curiosidade e interesse pelo assunto, era também bastante cético sobre algumas de suas técnicas e conceitos. Claro, assim como tudo neste mundo, a PNL não é uma unanimidade e possui muitos críticos às suas teorias. Algumas destas críticas são até muito bem expostas no Skeptic’s Dictionary. Mesmo assim, entreguei-me de coração aberto ao curso.  Aprendi muito, conheci muitas pessoas fantásticas, tomei altas e regulares doses de entusiasmo, que jamais encontrei em lugar algum.

A PNL estuda como reagimos a estímulos externos e, baseado nesse entendimento, como podemos modificar nossas reações. Para mim, que sou um cara prático, ela fornece uma grande quantidade de conceitos e técnicas para você acreditar que é capaz de conseguir seus objetivos e uma base para agir na direção do que se quer. Por este ângulo, a PNL tem muito a ver com a Filosofia do Sucesso, que foi elaborada por Napoleon Hill muito antes de Bandler e Grinder desenvolverem a PNL.

Pretendo dividir com você neste blog algumas destas técnicas que mais me influenciaram, e como eles pode ser aplicados de forma simples em nossas vidas. Por agora, quero apenas apresentar alguns dos principais conceitos desta poderosa teoria:

Principais conceitos de PNL:

  • O mapa não é o território:

Imagine que você (nos tempos em que não havia o Google Maps :) ), desenha um mapa do caminho para um sítio onde você vai fazer um churrasco a fim de ajudar seus amigos a chegar lá. Você se lembra de cada reta, curvas, algumas referências, e faz aquele mapa que, para você, parece perfeito e está seguro que ninguém vai se perder. No entanto, o resultado não foi bem assim. Você ouve, então, muitos comentários sobre o que faltou no seu mapa e como ele poderia ser melhorado. Assim também funciona a nossa cabeça. A realidade não é conhecida e, sim, percebida através de nossos sentidos e representada internamente através de imagens, sons, sensações e palavras. A realidade é percebida de diferentes maneiras pelas pessoas e até por você mesmo, dependendo do momento. Outro bom exemplo deste conceito são os desenhos de dupla interpretação, como a famosa illusão de ótica da mulher velha e da jovem. Ou seja: aceite que as coisas não são exatamente do jeito que você as vê e esteja aberto a mudanças. Acredite que há uma maneira diferente de fazer as coisas. Entenda que o que lhe acontece no seu dia-a-dia pode ser encarado de maneira melhor ou pior, a seu favor ou contra você, dependendo do seu mapa. Seu mapa individual do mundo não é mais verdadeiro do que o mapa de qualquer outra pessoa. Enriqueça o seu mapa pessoal conversando com outras pessoas, aceitando de cabeça aberta outros pontos de vista e, então, tenha mais opções de escolha.

  • Mudança:

A natureza está sempre em constante mudança. Não somos nós também parte da natureza? Então entenda que as coisas na sua vida também vão mudar e você pode tomar as rédeas destas mudanças. Mude na direção daquilo que você quer. Se você faz o que sempre fez, alcançará os mesmos resultados que sempre alcançou. Se você deseja algo novo, terá que mudar suas ações, fazer diferente! E tenha certeza: você pode. A PNL prega que todos possuem o mesmo aparelho mental, embora com programas e habilidades diferentes. Estes programas podem ser modificados, modelados de outras pessoas, superando as limitações pessoais. A PNL fornece algumas técnicas para colocar isto em prática, que nada mais são do que exercícios mentais, um guia para a sua maneira de pensar. Apresentarei algumas destas técnicas aqui no Blog do Sucesso aos poucos.

  • Comunicação:

O significado real da comunicação é a resposta que se obtém. Algumas palavras podem ter um significado para uns e completamente diferente para outros. Com o estudo da estrutura da comunicação e de seus resultados, foi verificado que o conteúdo verbal corresponde a apenas 7% da comunicação; o modo como se fala (tom de voz) corresponde a 38% e a linguagem não-verbal, ou seja a corporal, a 55%. A PNL contribui bastante para o aperfeiçoamento da comunicação.

  • Sistemas representacionais:

A PNL denomina os sentidos pelos quais representamos nosso mundo interno de Sistemas Representacionais. São eles Visual, Auditivo e Cinestésico. Cinestésico se refere às sensações, que pode ser entendido como um misto do olfato, paladar e tato, porém acrescido de nossas emoções, daquilo que sentimos interiormente.

Em geral, as pessoas possuem algum Sistema Representacional predominante, porém todos nós utilizamos os três. Para entender como eles são utilizados, imagine que um amigo te convida a ir à sua nova casa para que você a conheça. Se você for uma pessoa mais visual, assim que você entra pela porta da sala, você notará o quão amplo é o espaço, a harmonia que existe entre as cores, os jogos de iluminação, muito bem dispostos, etc. Já uma pessoa predominantemente auditiva notaria logo a música ambiente, os passarinhos cantando lá fora e a distância das movimentadas e barulhentas avenidas. Uma pessoa cinestésica sentiria uma sensação de paz, adoraria a temperatura bem ajustada do ambiente  e elogiaria o macio e confortável sofá.

  • Rapport:

Entender o sistema  representacional predominante na outra pessoa e saber se comunicar utilizando-o é a base de uma comunicação poderosa, ou rapport. Se comunicar em rapport com outra pessoa é colocar-se no lugar dela e procurar acompanhar com discrição, elegância e sutileza alguns de seus comportamentos, como ritmo, respiração, gestos e posturas. Isto cria harmonia entre as partes e facilita ao comunicador reter o interesse do ouvinte e passar a mensagem desejada. Na comunicação em rapport, as duas pessoas estão de corpo e alma ali, naquele momento, buscando ouvir e compreender o outro.

Estes primeiros conceitos dão uma pitada do que a PNL se propõe a ser e contribuir. Muito mais será dito aqui no blog mas, resumidamente, eu diria: ainda que você encontre pelo mundo exageros a respeito da PNL, promessas de que se pode resolver todos os males com suas técnicas, pessoas que dizem terem reprogramado seus cérebors para fazer façanhas (por vezes duvidosas de créditos), é fundamental observar seu aspecto mais prático: desenvolvimento pessoal e e motivação para alcançar os seus objetivos. E isto é o que todos nós queremos, não é?! E, se funciona comigo, funcionará com você também!

Sucesso a todos!

Todos neste mundo querem alcançar algo, certo? Comprar um carro, um apartamento, passar no vestibular, terminar uma faculdade, viajar para algum lugar, arranjar um(a) namorado(a), conseguir um novo emprego, enfim, o desejo de conquistar algo é parte de qualquer ser humano. Isto que parece ser uma coisa que já nasce com a gente esconde alguns aspectos que, igualmente naturais a todos, nos dificulta a alcançar o que queremos de verdade. Existem muitas “armadilhas” que a maioria das pessoas se deixa cair:

  • Constantes mudanças de objetivos;
  • Perda do foco;
  • Dedicação a coisas pouco importantes;
  • Olhar apenas para o curto prazo;
  • Deixar que a vida lhe apresente as metas, e não o contrário;
  • Desistência nas primeiras dificuldades;
  • Medo ou falta de disposição para perseguir grandes sonhos.

Para não cair nestas armadilhas e conquistar o que você quer de verdade, é importante que você tenha as suas metas por escrito. Parece simples, mas pouquíssimas pessoas fazem isso. Quando você escreve, você reflete em um nível mais profundo, pensando em detalhes sobre o que se quer e reforçando o seu desejo. Além disso, você aumenta o seu senso de compromisso com você mesmo, o que ajuda a ser mais persistente.

Mas não basta escrever suas metas, é preciso também estabelecer boas metas. Uma boa meta deve seguir alguns critérios, os quais são mais facilmente recordados por um acrônimo: SMART. O termo é em inglês (significa esperto), mas pode facilmente ser adaptado ao português. Assim, estabeleça metas que sejam SMART:

eSpecífica (Specific)

Escreva detalhadamente seu propósito. Lugar, cor, tipo são exemplos para especificar precisamente aquilo que você deseja alcançar. A meta bem específica torna-o mais empenhado em buscá-la. Pergunte-se: o que exatamente é isso que eu quero? Em que contexto? Onde? Com quem? O que verei, ouvirei e sentirei?

Mensurável (Measurable)

Coloque valores e/ou medidas para a sua meta. A quantificação faz possível o acompanhamento e a percepção do tamanho ou quantidade a ser alcançada. Evite metas de medidas subjetivas. Pergunte-se: O que usarei como evidência de que estou atingindo minha meta? O que objetivamente eu poderia mostrar a uma outra pessoa que eu consegui alcançar?

Alcançável (Achieavable)

Verifique racionalmente a possibilidade de alcançar o que você quer. Reflita sobre questões como: Alguém já alcançou isto que eu quero? Estou preparado para alcançar ou tenho condições de me preparar? Minha meta depende de fatores externos? Preferencialmente, sua meta deve depender de você apenas. Ainda, metas grandes demais podem ser dividias em áreas menores, a serem trabalhadas separadamente.

Relevante (Relevant)

Sua meta deve ter um grande significado para você. Pense em como se sentirá no dia que alcançá-la. Estará radiante de alegria e de felicidade? E se, por acaso, não chegar lá, ficará muitíssimo desapontado e triste? Caso não se imagine sentindo estas duas emoções, sua meta não é relevante o suficiente. Sua meta não pode ser algo indiferente na sua vida e na de outras pessoas, caso contrário você poderá se distrair no caminho ou conseguir coisas que não são as mais importantes para você.

Temporal (Time-bound)

Determine o prazo a ser alcançado. Colocando dia, mês e ano. Evite termos como “este ano”, “daqui a tantos meses”. Tenha o dia certo (ex: 01/01/2012) ou o período (ex: de 01/07/2011 a 20/12/2011).

Como dica adicional, procure estabelecer metas que tenham algum desafio. Uma meta desafiadora é aquela que que é difícil de ser alcançada, porém não impossível. Procure coisas que você ainda não alcançou, mas sabe que possui recursos para isso e que dependem dos seus esforços. O desafio é um estimulante a mais, que nos impulsiona a crescer e nos desenvolver.

Se você já possui suas metas bem estabelecidas, aproveite para revisá-las. Se você ainda não possui, agende um horário com você mesmo para isso. Reflita um pouco, coloque suas metas  no papel e passe a olhar para elas o máximo possível. Quanto mais visíveis elas estiverem para você, mais você se manterá focado nelas e direcionará suas ações para alcançá-las.

Sucesso a todos!

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